A forma da Água – Shape Water

A Forma da Água é uma fantasia que nos cativa especialmente por conta do momento conturbado e violento que vivemos. É um filme que apregoa o amor como mola transformadora de pessoas: fracos que se tornam fortes e corajosos por conta do amor. A história se passa na década de 60, quando os russos eram declaradamente inimigos dos Estados Unidos (provavelmente continuam sendo, mas, agora é de forma mais velada, pelo menos até o Míssil Indestrutível do Putin).

Elisa (Sally Hawkins) é uma faxineira de um laboratório experimental e secreto, onde o governo está fazendo experimentos com uma estranha criatura capturada nas águas, praticamente anfíbia. Elisa ouve, mas, é muda e como tal, tem dificuldade em se comunicar com as pessoas. Sua amiga do trabalho, a faxineira Zelda e o amigo e vizinho Giles (Richard Jenkis), são os mais próximos dela e que além de entendê-la, vão ajuda-la em seu sonho.

Ao limpar o laboratório ela começa a se conectar através do vidro, com a estranha criatura. Aos poucos se envolve e se vê apaixonada pelo estranho ser.

Em uma das suas incursões ao laboratório, Elisa escuta o General dizer que vão matar a criatura no dia seguinte e aí começa um plano desesperado para salvar o seu amor.

Nele vão se envolver seu vizinho, a amiga de faxina e um médico que tem descendência russa. Tudo temperado com a perseguição do general que toma conta do laboratório e que esse sim, está bem próximo de ser um monstro.

Muitas aventuras ocorrem e em todo o tempo, o que se destaca é o quanto Elisa se ligou ao estranho ser, que também começa a demonstrar afeto por ela.

O filme foi muito reconhecido e indicado a treze Oscar. Acaba de ganhar o de Melhor Filme e Melhor Diretor, dentre outros. Prova de que o Planeta Terra ainda valoriza, e muito, uma bela história de amor.

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