A Origem, sonho ou realidade?

A Origem brinca com os sonhos. Num visual de Matrix e Amsésia, o diretor Christopher Nolan,  nos faz acreditar que talvez seja mesmo possível entrar na mente dos outros enquanto sonham e ai, desafio supremo, também conseguir, ao invés de roubar idéias, colocar idéias na mente alheia. Di Caprio está muito bem e é o chefe de uma equipe improvável: um falsário, uma arquiteta e um químico. Ele é também o negociador e vai fechar o negócio com um magnata, no Oriente. Cenários maravilhosos, uma Paris futurista, gente andando em corredores e no teto, alheios à gravidade, enfim, tudo é possível. Menos esquecer o grande amor da sua vida que morreu mas continua viva dentro de Di Caprio. Este é o componente que pode desestabilizar todos.O filme envolve culpas, desafios, amor, amizade, planejamento. Uma verdadeira lição de equipe e sobretudo é um filme intrigante. O que separa o sonho da realidade é o totem que cada um possui.Repare com cuidado na última cena do filme. Volte o DVD, olhe outra vez: o totem vai continuar girando e é tudo mentira, um sonho ou ele vai parar lentamente e então é tudo verdade, realidade? Assista e depois me escreva para contar se é sonho ou verdade!

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5 Comentarios para “A Origem, sonho ou realidade?”


  1. Ivana Collino

    Gosto de me sentir parte da história de um filme quando o assisto… De me imaginar, de sentir vontade de fazer… No mínimo ficar curiosa!
    Em A Origem, é tudo mto improvável, apenas cenários e visuais esplendorosos, mas muito longe do que pode ser realidade.

    Bjs,

    Ivy*

  2. This is very goog info as for me. Author – respect!

  3. Querida Ivy, concordo com seu sentimento em “fazer parte do filme”. Reconheço que A Origem é um filme difícil e nos mantém distantes, muito “espectadores”.
    Mas gostei do sentido geral, desta coisa de não se conseguir distinguir a realidade do sonho, enfim, vale falarmos! Um beijo da Ceci

  4. Thanks, it’s usefully for me.

  5. Thanks, its usefully