CORPORATIVO

Técnico ou gestor de pessoas?

quinta-feira, outubro 1st, 2015

Eu me considero um bom técnico, mas reconheço que não tenho habilidade para lidar com pessoas. Não gosto de bater papo durante o expediente e nunca participei do happy hour que meus colegas promovem. Esse meu modo reservado de ser poderá afetar minha carreira?

Depende de onde você pretende chegar. O conhecimento técnico poderá conduzi-lo a uma gerência de segunda linha.

Daí para cima, o relacionamento pessoal terá peso cada vez maior nas promoções. Entenda que não estamos falando de amizades, mas de política. Ser participativo não significa perder tempo com conversas inúteis, mas em ser percebido como profissional interessado pelo que seus colegas sentem e querem relatar. Quanto mais você se mantiver enclausurado em seu canto, menos seu nome será lembrado para uma eventual promoção. Uma sugestão: faça um curso de expressão verbal, para aprimorar sua habilidade de comunicação. O curso não vai alterar sua natureza reservada, apenas ensinará técnicas que o deixarão à vontade e lhe darão mais visibilidade na empresa.

Max Gehringer

Segredos do fundador do WalMart

domingo, junho 21st, 2015

Os segredos de Sam Walton

  1. Comprometa-se com atingir  o sucesso e não permita que a paixão o abandone.
  2. Compartilhe o sucesso com aqueles que ajudaram você.
  3. Motive-se e motive os outros a perseguir seus sonhos.
  4. Comunique-se com as pessoas e mostre interesse por elas.
  5. Valorize e reconheça os esforços das pessoas e os resultados obtidos.
  6. Celebre suas conquistas e também as dos outros.
  7. Escute as pessoas e aprenda com suas idéias.
  8. Supere as expectativas das pessoas fixando padrões cada vez mais altos.
  9. Controle suas despesas e economize em prol de sua prosperidade.
  10. Nade contra a correnteza, seja diferente e desafie o status quo.

Mudança radical – Max Gehringer

sexta-feira, julho 8th, 2011

Estou pensando em mudar totalmente de rumo profissional… Você não revelou sua idade, mas há uma boa probabilidade de que você tenha entre 35 e 45 anos. É nesse estágio da carreira que muitos profissionais são acometidos pela febre da mudança radical. Eles olham para trás e começam a ficar com aquela impressão de que deveriam ter escolhido outro caminho. Logo, por que não arriscar uma mudança agora, já que ainda há muito chão pela frente? Esse questionamento é válido. Diariamente, recebo mensagens de empregados pensando em abrir seu próprio negócio e de microempresários pensando em se bandear para uma empresa. Mudanças radicais de rumo podem funcionar, desde que sejam feitas de modo racional, e não emocional. Por isso, quatro erros precisam ser evitados. O primeiro: não mude só porque você não gosta de sua empresa ou de seu chefe. Segundo: não mude só porque você conhece alguma pessoa que parece feliz fazendo o que você está pensando em fazer. Terceiro: não mude sem entender muito bem as exigências da nova carreira. E o quarto: não jogue fora o que você já conseguiu. Pense na mudança como um projeto progressivo, e não imediato. Prepare-se para a mudança fazendo cursos especializados e estabelecendo contatos com pessoas da área, que poderão aconselhá-lo e lhe mostrar os riscos e os benefícios da mudança. Sempre há tempo para mudar e recuperar o tempo perdido. Mas mudar sem um planejamento adequado pode resultar em mais perda de tempo, num momento da carreira em que não há mais tanto tempo para perder.

Máximas Leadership Gold

domingo, maio 8th, 2011

– A pessoa mais difícil de liderar é você mesmo.

– A primeira responsabilidade do líder é definir a realidade.

– Não mande seus “patos” à escola para “águias”.

– As pessoas abandonam outras pessoas, não as empresas.

– O segredo de uma boa reunião é a reunião antes da reunião.

– Seja um conector, nunca um escalador.

– A influência deveria ser emprestada, não doada.

– Saiba que para cada coisa que ganha, você renuncia a outra.

– Você só terá respostas às perguntas que fizer.

– Se você se sente só no topo, alguma coisa você não está fazendo direito.

– As pessoas resumirão sua vida em uma frase: escolha essa frase e faça com que aconteça.

Resiliência: adaptação às mudanças

sábado, abril 16th, 2011

A física  define Resiliência de forma muito interessante: propriedade pela qual  a energia armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão causadora de uma deformação elástica.  E figurativamente podemos dizer que resiliência é: resistência ao choque.

Portanto, resiliência é a capacidade de uma pessoa em absorver altos níveis de mudança sem que isso afete a sua capacidade e desempenho. Uma pessoa tem grande resiliência quando ela: compromete-se com o objetivo final ao invés de defender-se das mudanças. Quando demonstra flexibilidade diante das incertezas em relacionamentos e no trabalho e procura sempre ter uma visão clara do objetivo a atingir.  Pessoas resilientes:

– Readquirem o equilíbrio com maior rapidez que as demais.

– São mais saudáveis física e emocionalmente.

– Concretizam mais objetivos que as pessoas que recusam a mudança.

– Aprendem com as novas exigências e saem fortalecidas de cada processo.

* elaborado com base em material da Foco Consultoria

Empresa permissiva, empresa sem valor

terça-feira, março 8th, 2011

Os japoneses utilizam dois ideogramas para escrever a palavra honestidade: um deles significa “falar” e o outro “fazer”.

“Nos últimos anos houve um colapso da confiança no mundo empresarial. O que se presume é que todo mundo age por cobiça, se não pela desonestidade, para enriquecer às custas dos outros. Esse é o resultado dos escândalos corporativos que temos presenciado. Em empresas cujo exemplo da liderança é indevido, você encontra pessoas que cruzaram os limites do branco para o cinza e deste para o preto. Em virtude do mau exemplo que vem de cima, da agressividade com que as metas são estabelecidas ou do meio pelo qual aqueles que atingem tais metas são recompensados, de uma hora para outra, pessoas inteligentes e honestas aceitam tudo isso como algo correto. Mas o que fizeram foi ilegal, imoral ou criminoso. Não podemos admitir que a euforia diante da extraordinária evolução do país na frente econômica nos leve a esquecer questões igualmente fundamentais. Refiro-me ao perigo de a sociedade brasileira estar deixando de lado alguns valores básicos, como a honestidade, o zelo com os recursos públicos. Além de desviar recursos escassos de investimentos no bem comum, a corrupção premia a “esperteza”, destrói a legitimidade da democracia e a própria noção de justiça”.

Reproduzo as citações acima de outra publicação. Parte foi extraído de uma entrevista do presidente do Conselho da KPMG, Michel Rake, á Exame TV. A segunda é parte do recente discurso de Roberto Civita, presidente da Editora Abril, na cerimônia da premiação de Melhores e Maiores. Ambos diagnosticaram uma doença fatal que se espalha pela sociedade e pelas empresas. Suas causas são o abuso e a permissividade. Essa espécie aparentemente civilizada de lei das selvas justifica todo tipo de malandragem, desvio e acordos espúrios. Em um país ou em uma empresa em que o que vale é “ garantir a sobrevivência” a qualquer custo, as pessoas perdem a noção do que é certo ou errado.  Daí a importância dos presidentes como motivadores das pessoas. Mas o comprometimento e os valores só são verdadeiros se no comando há integridade. Isso é, como lembra o filósofo Mário Sérgio Cortella, ser inteiro – agir de acordo com o que prega.

Os japoneses utilizam dois ideogramas para escrever a palavra honestidade: um deles significa “falar” e o outro “fazer”.

Ser honesto é isso: fazer o que se fala. Não por acaso esse é um dos sete códigos dos samurais, uma filosofia de vida que influenciou gerações, justamente pelo exemplo de integridade de seus líderes. Os outros seis códigos são: justiça; coragem; compaixão; cortesia; honra e lealdade.

A cultura de valor, que tanto desejamos só frutificará com o exemplo de lideranças responsáveis. Os princípios éticos que devem embasar a vida de todos, e principalmente dos que ocupam uma posição de comando, são milenares: a defesa de direitos; o respeito e a valorização das pessoas. Nossos líderes sabem o que falar e o que fazer. Confio que, cada vez mais, tomarão consciência de que só é possível inspirar, engajar e superar por meio da integridade.

Texto extraído de matéria de Vicky Bloch – psicóloga e consultora de carreiras.

Gerente de Vendas eficaz

segunda-feira, fevereiro 21st, 2011

Neil Rackham é conhecido no mundo inteiro como palestrante, escritor, influente e original pensador sobre questões de vendas e marketing. Três de seus livros estiveram na lista dos mais vendidos do The New York Times e suas obras já foram traduzidas para mais de 50 idiomas. É também o criador do conceito SPIN, iniciais de Situation, Problem, Implication e Pay-Off. Trata-se de uma estratégia de vendas em que você procura identificar a situação e os problemas de seu cliente, descobrir as implicações que eles trazem e o benefício esperado. Abaixo suas quatro “regras do jogo” para tornar os gerentes de vendas muito mais eficazes.

– Faça uma diferença de fato ou fique fora da jogada. Os gerentes de vendas mais eficazes têm objetivos claros quando se envolvem numa venda. O fator comum é a existência de algo específico que só eles podem fazer.         

– Aja em metade das oportunidades com o dobro da profundidade. A maioria dos gerentes de vendas quer fazer coisas demais. Num mundo em que a sagacidade em vendas vale mais do que a agressividade, os gerentes que acreditam que podem sair improvisando por aí com base num conhecimento superficial do cliente estão fadados ao fracasso.  

– Valorize seu pessoal, não a si mesmo. Raras vezes os gerentes prejudicam o seu próprio pessoal de vendas intencionalmente, embora o que façam sem querer pode ser igualmente mortífero. Se abusarem de sua posição de autoridade, inadvertidamente desabonam a credibilidade e a estatura de seu pessoal.      

– Prepare-se para sair de cena desde o início. Eu já teria um modesto pecúlio se recebesse um dólar cada vez que ouvisse um gerente dizer “O cliente insiste em me ligar e fica ofendido se eu o encaminho de volta ao vendedor”. Gerentes sagazes preparam uma saída elegante desde o primeiro contato com o cliente. Eles enaltecem o vendedor, oferecem ferramentas de suporte e implementação e deixam claro que sua presença é apenas um acréscimo temporário ao esforço de vendas.   http://www.neilrackham.com

A importância da auto-estima Stephen Covey

quinta-feira, janeiro 13th, 2011

A forma como nos sentimos sobre nós mesmos é algo que afeta crucialmente todos os aspectos da nossa experiência, desde a maneira como agimos no trabalho, no amor e no sexo, até o modo como atuamos como pais, e até aonde provavelmente subiremos na vida. Nossas reações aos acontecimentos do cotidiano são determinadas por quem e pelo que pensamos que somos. Os dramas da nossa vida são reflexo das visões mais íntimas que temos de nós mesmos. Assim, a auto-estima é a chave para o sucesso ou para o fracasso. É também a chave para entendermos a nós mesmos e aos outros.

Além de problemas biológicos, não consigo pensar em uma única dificuldade psicológica – da ansiedade e depressão ao medo da intimidade ou do sucesso, ao abuso de álcool ou drogas, às deficiências na escola ou no trabalho, ao espancamento de companheiros e filhos, às disfunções sexuais ou à imaturidade emocional, ao suicídio ou aos crimes violentos – que não esteja relacionada com uma auto-estima negativa.

De todos os julgamentos que fazemos, nenhum é tão importante quanto o que fazemos sobre nós mesmos. A auto-estima positiva é requisito importante para uma vida satisfatória. Vamos entender o que é auto-estima. Ela tem dois componentes: o sentimento de competência pessoal e o sentimento de valor pessoal. Em outras palavras, a auto-estima é a soma da auto-confiança com o auto-respeito. Ela reflete o julgamento implícito da nossa capacidade de lidar com os desafios da vida (entender e dominar os problemas) e o direito de ser feliz (respeitar e defender os próprios interesses e necessidades).

Ter uma auto-estima elevada é sentir-se confiantemente adequado à vida, isto é, competente e merecedor, no sentido que acabamos de citar. Ter uma auto-estima baixa é sentir-se inadequado à vida, errado, não sobre este ou aquele assunto, mas ERRADO COMO PESSOA. Ter uma auto-estima média é flutuar entre sentir-se adequado ou inadequado, certo ou errado como pessoa e manifestar essa inconsistência no comportamento – às vezes agindo com sabedoria, às vezes como tolo – reforçando, portanto, a incerteza.

A capacidade de desenvolver uma autoconfiança e um auto-respeito saudáveis é inerente à nossa natureza, pois a capacidade de pensar é a fone básica da nossa competência, e o fato de que estamos vivos é a fonte básica do nosso direito de lutar pela felicidade. Idealmente falando, todos deveriam desfrutar um alto nível de auto-estima, vivenciando tanto a autoconfiança intelectual como a forte sensação de que a felicidade é adequada. Entetanto, infelizmente, uma grande quantidade de pessoas não se sente assim. Muitas sofrem de sentimentos de inadequação, insegurança, dúvida, culpa e medo de uma participação plena na vida – um sentimento vago de “eu não sou suficiente”. Esses sentimentos nem sempre são reconhecidos e confirmados de imediato, mas eles existem.

No processo de crescimento e no processo de vivenciar esse crescimento, é muito fácil que nos alienemos do autoconceito positivo (ou que nunca formemos um). Poderemos nunca chegar a uma visão feliz de nós mesmos devido a informações negativas vindas dos outros, ou porque falhamos em nossa própria honestidade, integridade, responsabilidade e auto-afirmação, ou porque julgamos nossas próprias ações com uma compreensão e uma compaixão inadequadas. Entretanto, a auto-estima é sempre uma questão de grau. Não conheço ninguém que seja totalmente carente de auto-estima positiva, nem que seja incapaz de desenvolver auto-estima.

Desenvolver a auto-estima é desenvolver a convicção de que somos capazes de viver e somos merecedores da felicidade e, portanto, capazes de enfrentar a vida com mais confiança, boa vontade e otimismo, que nos ajudam a atingir nossas metas e a sentirmo-nos realizados. Desenvolver a auto-estima é expandir nossa capacidade de ser feliz. Se entendermos isso, poderemos compreender o fato de que para todos é vantajoso cultivar a autoestima. Não é necessário que nos odiemos antes de aprender a nos amar mais; não é preciso nos sentir inferiores para que queiramos nos sentir mais confiantes. Não temos de nos sentir miseráveis para querer expandir nossa capacidade de alegria.

Quanto maior a nossa auto-estima, mais bem equipados estaremos para lidar com as adversidades da vida; quanto mais flexíveis formos, mais resistiremos à pressão de sucumbir ao desespero ou à derrota. Quanto maior a nossa auto-estima, maior a probabilidade de sermos criativos em nosso trabalho, ou seja, maior a probabilidade de obtermos sucesso. Quanto maior a nossa auto-estima, mais ambiciosos tenderemos a ser, não necessariamente na carreira ou em assuntos financeiros, mas em termos das experiências que esperamos vivenciar de maneira emocional, criativa ou espiritual. Quanto maior a nossa auto-estima, maiores serão as nossas possibilidades de manter relações saudáveis, em vez de destrutivas, pois, assim como o amor atrai o amor, a saúde atrai a saúde, a vitalidade e a comunicabilidade atraem mais do que o vazio e o oportunismo.

Quanto maior a nossa auto-estima, mais inclinados estaremos a tratar os outros com respeito, benevolência e boa vontade, pois não os vemos como ameaça, não nos sentimos como “estranhos e amedrontados num mundo que nós jamais criamos” (citando um poema de A. E. Housman), uma vez que o auto-respeito é o fundamento do respeito pelos outros. Quanto maior a nossa auto-estima, mais alegria teremos pelo simples fato de ser, de despertar pela manhã, de viver dentro dos nossos próprios corpos. São essas as recompensas que a nossa autoconfiança e o nosso auto-respeito nos oferecem.

Vamos nos aprofundar mais no significado do conceito de auto-estima. Auto-estima, seja qual for o nível, é uma experiência íntima, reside no cerne do nosso ser. É o que EU penso e sinto sobre mim mesmo, não o que o outro pensa e sente sobre mim.

Quando crianças, nossa autoconfiança e nosso auto-respeito podem ser alimentados ou destruídos pelos adultos – conforme tenhamos sido respeitados, amados, valorizados e encorajados a confiar em nós mesmos. Mas, em nossos primeiros anos de vida, nossas escolhas e decisões são muito importantes para o desenvolvimento futuro de nossa auto-estima. Estamos longe de ser meros receptáculos da visão que as outras pessoas têm sobre nós. E de qualquer forma, seja qual tenha sido nossa educação, quando adultos o assunto está em nossas próprias mãos. Ninguém pode respirar por nós, ninguém pode pensar por nós, ninguém pode nos dar autoconfiança e amor-próprio. Posso ser amado por minha família, por meu companheiro ou companheira e por meus amigos e, mesmo assim, não amar a mim mesmo. Posso ser admirado por meus colegas de trabalho e mesmo assim ver-me como um inútil. Posso projetar uma imagem de segurança e uma postura que iludem virtualmente a todos e ainda assim tremer secretamente ao sentir minha inadequação. Posso preencher todas as expectativas dos outros e, no entanto, falhar em relação às minhas; posso conquistar todas as honras e apesar disso sentir que não cheguei a nada; posso ser adorado por milhões e despertar todas as manhãs com uma nauseante sensação de fraude e vazio. Chegar ao “sucesso” sem conquistar uma auto-estima positiva é ser condenado a sentir-se um impostor que aguarda intranquilo ser desmascarado.

A tragédia é que existem muitas pessoas que procuram a autoconfiança e a auto-estima em todos os lugares, menos dentro delas mesmas, e, assim, fracassam em sua busca. Veremos que a auto-estima positiva pode ser entendida como um tipo de CONQUISTA ESPIRITUAL, isto é, uma vitória na evolução da consciência. Quando começamos a entender a auto-estima dessa forma, como uma condição da consciência, entendemos quanta tolice há em acreditar que, se pudermos causar uma boa impressão nos outros, teremos uma auto-avaliação positiva. Pararemos de dizer a nós mesmos: “Se pelo menos eu tivesse mais uma promoção; se pelo menos me tornasse esposa e mãe; se pelo menos fosse reconhecido como um bom provedor; se pelo menos pudesse comprar um carro maior; se pelo menos pudesse escrever mais um livro, comprar mais uma empresa, ter mais um amante, mais uma recompensa, mais um reconhecimento de minha generosidade – então, REALMENTE me sentiria em paz comigo mesmo….”. Perceberíamos então que a busca é irracional, que o anseio será sempre “por mais um”.

Se ter auto-estima é julgar que sou adequado à vida, à experiência da competência e do valor, se auto-estima é a auto-afirmação da consciência, de uma mente que confia em si, então ninguém pode gerar essa experiência a não ser eu mesmo.

Quando avaliamos a verdadeira natureza da auto-estima, vemos que ela não é competitiva ou comparativa.

Uma das características mais significativas da auto-estima saudável é que ela é o ESTADO DA PESSOA QUE NÃO ESTÁ EM GUERRA CONSIGO MESMA OU COM OS OUTROS. A importância da auto-estima saudável está no fato de que ela é o fundamento da nossa capacidade de reagir ativa e positivamente às oportunidades da vida – no trabalho, no amor e no lazer. A auto-estima saudável é também o fundamento da serenidade de espírito que torna possível desfrutar a vida.

Do livro: Os sete hábitos das pessoas muito eficazes, de Stephen R. Covey

Clientes demitem todos

domingo, novembro 14th, 2010

– Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido.

– Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.

– Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine o que está fazendo.

– Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma peça, mas não reclama quando a recebe só após três semanas.

– Eu sou o homem que quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.

– Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranqüilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos, espera pacientemente enquanto os funcionários trocam idéias entre si ou, simplesmente abaixam a cabeça e fingem não me ver.

-Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas. Engana-se! Sabe quem eu sou?

EU SOU O CLIENTE QUE NUNCA MAIS VOLTA!

Divirto-me vendo milhões sendo gastos, todos os anos em anúncios de toda ordem, para levar-me de novo à sua companhia. Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era apenas a pequena gentileza, tão barata, de me darem um pouco mais de “CORTESIA”.

CLIENTES PODEM DEMITIR TODOS DE UMA EMPRESA, DO ALTO EXECUTIVO PARA BAIXO, SIMPLESMENTE GASTANDO SEU DINHEIRO EM ALGUM OUTRO LUGAR.

O sucesso e a felicidade ao alcance de todos

quinta-feira, outubro 7th, 2010

Para Roberto Shinyashiki,  felicidade e o sucesso estão ao alcance de todos. Mas, muitos não acreditam.

Destaques de algumas respostas de Shinyashiki em uma entrevista:

Se é possível ter e fazer mais amigos com as maravilhas tecnológicas? É possível mas as pessoas precisam perder o medo de se relacionar. Você já notou como todo mundo está repleto de medo? As angústias estão mais presentes nas vidas das pessoas que sua própria sombra. A insegurança é, provavelmente, a pior das doenças da humanidade. Não estou falando do medo saudável que nos leva a ser cautelosos e a proteger a nós mesmos. Mas, sim daquele medo irracional que muitas vezes fica tão grande que nos paralisa. O medo de amar e não ser amado, intensificado por fantasias derrotistas, impede que você se lance a mais bela de todas as aventuras do ser humano: viver um grande amor e isso se estende às amizades, sendo que os amigos são a melhor referência nas crises e a melhor fonte de oportunidades na expansão.

Relacionamentos saudáveis dependem de vários fatores. Mas o fator que é mais comum em todos eles, e um dos mais importantes é a confiança.  Aliás, penso até que a confiança é o mais importante do que todos esses fatores que determinam a qualidade de um relacionamento. Sem confiança um relacionamento não evolui e não ganha consistência.

Diferenças não significam divergências, mas simplesmente uma maneira de ser e ver a vida. Não espere que uma laranjeira dê pêssegos. Isto nunca vai acontecer, não porque a laranjeira queira magoá-lo, mas porque essa não é a vocação dela. Aliás, aprenda a escolher alguém que se sinta feliz por estar com você pelo que você é. Mas, por outro lado, desenvolva também sua capacidade de aceitar o outro com seu jeito de ser.

A estrada pela qual caminha a maior parte da humanidade  não leva a felicidade. O ser humano tem vocação natural para a felicidade, mas vive correndo atrás de miragens, ilusões, que não preenchem sua existência. A infelicidade é uma gaiola imaginária que só o individuo percebe. Iniciar a desmontagem dessa ilusão é tarefa de cada um para alcançar a felicidade.

Sucesso não é nada sem felicidade. E tanto no campo pessoal quanto no profissional, a felicidade nos relacionamentos fica mais completa quando cuidamos de exercer certas virtudes. E isso também abre caminho para o sucesso verdadeiro. Quais são essas virtudes? Veja:

–       A Lealdade, sempre acompanhada de dedicação, persistência e perseverança;

–       A responsabilidade, apoiada na disposição de trabalhar e na disciplina;

–       A iniciativa, construída na fé, na confiança no outro e na auto-confiança;

–       A humildade, fruto do respeito pelo outro e da consciência de que não somos os donos da verdade.

Acredito que quando cultivamos essas virtudes estamos no caminho de nos tornarmos não apenas profissionais mais completos, mas também pessoas melhores.

Livros citados: O Sucesso é ser feliz, A Coragem de confiar e Heróis de √erdade.